LabCapuccino

It’s over now!

02/07/2009 · Deixe um comentário

Acabamos de fazer nosso programa de TV. Assim como o de rádio, ele teve a duração de 20 minutos. O Em Pauta foi dividido em dois blocos : um de entrevista e um de debate, do qual eu,  Aline, participei. Conseguimos, depois de muitas ligações não atendidas e muitos e-mails não respondidos, trazer José Maria Rodrigues Nunes, o presidente do Sindjor-RS aos estúdios da Famecos.

Sinceramente, o resultado foi bem melhor do que eu esperava. Ainda bem! Claro, foi BEM tenso. Mas nada muito além de um friozinho na barriga, um pouquinho de palavras atropeladas e um alívio enorme ao ver os colegas que estão na câmera dizendo inaudivelmente: 1 minuutoo.

Infelizmente, o semestre chegou ao fim. E com ele, chega o fim desse blog também. Não estou querendo puxar o saco dos professores, mas a disciplina de laboratório de jornalismo foi a minha preferida. Foi a que trouxe um gostinho da profissão que eu escolhi, foi a que me deu certeza de que eu estou seguindo o caminho certo. Em 4 meses, minha percepção sobre o “mundo jornalístico” mudou completamente. E eu espero que  ela ainda continue mudando, se transformando junto com as minhas experiências.

A Sophia está aqui do meu lado e ela, assim como eu, adorou a experiência de fazer televisão. E concorda com as minhas impressões sobre a disciplina, que possibilitou maior conhecimento sobre ” o mundo jornalístico”. A paixão dos professores pela disciplina nos mostra que apesar de todo o desestímulo que tantos teimam em nos dar, lutar por aquilo que queremos vale a pena.

Vamos levar o que aprendemos aqui, desde as técnicas até a ética profissional, não só em nossos quatro anos de curso, mas em toda a nossa carreira.

Muito obrigada! Prometemos ser curiosas e inquietas ao máximo.

Aline de Mello e Sophia Kath

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Centenário mobiliza os colorados

26/06/2009 · Deixe um comentário

Centenário mobiliza os colorados

 

Em 4 de abril, o Internacional comemorou seus 100 anos de história. O clube está celebrando o aniversário com diversas atividades durante todo o ano.

 

A primeira homenagem ao Inter foi feita pela escola Imperadores do Samba que teve como tema de seu desfile o centenário colorado e os 50 anos da agremiação, consagrando-se campeã do Carnaval de Porto Alegre.

 

No dia 3 de abril as atividades começaram com uma missa na Igreja da Matriz. À meia-noite, fogos de artifício marcaram a virada colorada no Estádio Beira-Rio. Durante a manhã do aniversário aconteceu uma caminhada que teve como ponto de saída a praça Sport Club Internacional, adotada pelo clube na frente do Hospital Porto Alegre, no bairro Cidade Baixa. Muitos torcedores prestigiaram o evento carregando suas bandeiras e cantando músicas em homenagem ao Inter. Na chegada ao Beira-Rio, os participantes assistiram a um show com a banda Ataque Colorado. Na noite do dia 4, uma grande festa foi preparada no Gigantinho.

 

Segundo Leandro Koehn, gerente executivo de marketing do Inter, outras atividades estão no calendário oficial do clube, como o lançamento de um livro e de um filme, a inauguração do museu do time, um jogo festivo e um show para sócios que acontecerá em dezembro.

 

Sophia Kath

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Experiências televisivas + futuro no presente

26/06/2009 · Deixe um comentário

TENSO. Se eu pudesse descrever em uma palavra o exercício que fizemos na aula do dia 18, usaria essa. Na aula de Laboratório de jornalismo da semana  passada, todos os alunos fizeram um stand-up no Saguão da Famecos. Pequeno detalhe: foi em ordem de chamada, como sempre. E eu sou a primeira da chamada! Definitivamente TENSO.

Eu estava bem tranquila. Tinha escolhido uma notícia policial e o texto já estava bem decorado. Como eu disse, eu ESTAVA bem tranquila, até o momento em que o professor Fabian começou a me dar as instruções para a hora da filmagem. Segurar o microfone assim, ficar olhando para a câmera até o fim, assinar. Mas foi só o professor Pellanda fazer sinal de positivo com a mão e eu olhar para aquela lente incrivelmente ameaçadora, que todo o texto que eu sabia de cor e salteado sumiu totalmente.

Eu diria  que meu stand-up foi um tanto desastrado. Sorte que quem quisesse repetir no final poderia. Eu repeti, claro! E foi bem melhor do que na primeira vez. Depois que os vídeos estiverem hospedados no site do labjor, eu posto aqui, para você, leitor desse blog, rir da minha cara.

Agora mudando de assunto um pouquinho, vi algo no site do New York Times e não pude deixar de pensar nas nossas aulas e nas milhares de vezes que já discutimos sobre o futuro do jornalismo. O NYT, no meio dessa dicussão morre/não morre jornal impresso, tomou uma iniciativa que pode, muito bem, ser uma resposta a todos os jornais impressoas que estão por aí com queda de vendas. Basicamente, em menos de 5 minutos (e olha que o meu computador é lento!), qualquer pessoa assinante ou não do Times faz o download grátis de um programa que tem o formato do jornal, todas as editorias e notícias do jornal (até a palavra cruzada!) e o que é melhor: sendo sempre atualizadas! Resumindo: você pode ler o New York Times no seu computador sem nunca ter assinado ele. Mais ainda: o Times Reader 2.0 (nome do programa) resolveu aquele problema dos jornais impressos com a instantaneidade das informações.

Aí está o link de um vídeo explicando um pouco mais sobre o Times Reader. Está na mesma página o link para download.

http://tinyurl.com/p5f56x

Aline de Mello

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Conhecendo o Celeiro de Ases

21/06/2009 · Deixe um comentário

Como ja tinha prometido, vou postar as duas matérias que eu fiz para o Jornal Lab.  Ambas foram feitas para a editoria de esportes.

Esta é sobre as categorias de base do Sport Club Internacional que foi feita junto com o colega Marco Antonio. Nós fomos no Estádio Beira-rio e conversamos com o Chico Fraga que é o responsável pelas equipes.

CONHECENDO O CELEIRO DE ASES

Marco Antonio Souza e Sophia Kath

As categorias de base sempre foram importantes para os times de futebol, mas depois da Lei Pelé, em que o “passe” foi extinto, os jovens se tornaram os maiores bens de um clube. A cada ano chegam aproximadamente 6 mil garotos para tentar um lugar entre as equipes de base do Internacional e somente 1% deles consegue realizar esse sonho. Em 2008, dos 6 mil meninos, apenas 72 permaneceram em Porto Alegre.

O Inter mantem centros de preparação em várias regiões do Rio Grande do Sul e, em outros Estados, conta com estruturas similares em parceria com outros times. Os atletas que demonstram maior aptidão nas avaliações regulares dos treinadores são recrutados para atuar em Porto Alegre. Os jovens são divididos em categorias, e cada uma delas conta com treinador, preparador fisíco, massagista, roupeiro e treinador de goleiro. Um coordenador técnico e um coordenador de metodologia, que é responsável pelos serviços de nutrição, assistência social, fisioterapia, odontologia e psicologia, acompanham todas as equipes de base.

– Cada jogador que se destaca nas equipes que treinam no Beira-Rio é incluído no projeto Aprimorar – afirma Carlos Fraga, diretor das categorias de base do Internacional.

O programa, que recruta os atletas que demonstram potencial acima da média, consiste em trabalhar os fundamentos específicos de cada posição. Esse  processo com os meninos é realizado por especialistas como ex-jogadores e profissionais formados em educação fisíca . O objetivo é alcançar nível de excelência nos fundamentos para que cada vez mais cedo os atletas possam ser promovidos para as próximas categorias e chegar à fase profissional mais novos e com toda sua capacidade já desenvolvida.

A partir dos 16 anos os jogadores selecionados assinam um contrato de no máximo três anos com o clube. Alguns deles são emprestados para times do Interior ou da segunda divisão para adquirir experiência como profissional.

Essas inovações que o clube implementou no tratamento de seus jovens atletas já rendeu frutos ao grupo principal e aos cofres do Internacional.

– A transferência do craque argentino D’Alessandro foi um exemplo. Uma porcentagem das vendas futuras de alguns atletas da categoria de base foi incluída na negociação – completou Fraga.

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(R)evolução Televisiva

17/06/2009 · Deixe um comentário

Não há dúvidas. A tendência de todos os meios de comunicação a partir da chegada da ameaçadora, mas tão amada, internet é tentar romper cada vez mais barreiras. E é claro que a glamourosa TV não ficaria de fora. Perder o último capítulo da novela por causa de algum compromisso? Não mesmo. Perder os primeiros minutos do seriado por que precisou ir ao banheiro? Absurdo! Ou, pior ainda, deixar de assistir ao jogo só porque está preso no ônibus ainda? Tempo e espaço não são mais problema no mundo das novas tecnologias e da TV Digital.

 Um exemplo disso é a IPTV, a TV via internet. Nela, não existe grade de programação fixa. Todos os programas são enviados pela web e a pessoa escolhe qual quer assistir. Além disso, como ela funciona conectada na rede, alguém pode muito bem estar assistindo a um programa enquanto baixa outro. Com essa nova maneira de ver TV, o telespectador é quem manda. Ele que escolhe quando parar e quando começar, o que resolve qualquer problema de falta de tempo, como os citados acima. Quanto ao espaço, a mobilidade entraria cada vez mais em jogo com esse tipo de transmissão. Isso quer dizer que poderíamos ver TV pelo celular, de uma maneira facilitada.

 Mas não pense que essa televisão traz somente vantagens. Talvez a IPTV e outras tecnologias como ela sejam uma maravilha para quem a está assistindo. Mas e para quem está por trás dela? É claro que, se a dona Maria, que sempre amaldiçoou aquele intervalo que cortava a novela na melhor parte, puder pular as propagandas, ela vai. Ela e muitas outras pessoas. E agora, onde fica a publicidade? Afinal, nós, futuros comunicadores, sabemos o quanto dependemos dela para continuarmos com o nosso trabalho.

 A solução é encontrar novos meios de fazer propaganda. Um deles vem com a interatividade da TV Digital. Talvez, daqui a algum tempo, a dona Maria vai assistir a novela e vai se apaixonar profundamente pelo vestido da protagonista. Então, ela vai pegar o controle remoto, apertar em um botãozinho e comprá-lo! Simples assim. O que não deixa de ser uma forma de propaganda, talvez até mais eficaz, já que vem direcionada ao público que está assistindo ao programa. Esse tipo de anúncio interativo tem a mesma linha dos anúncios propostos para os jornais e revistas em e-paper. O assinante receberia assim seu jornal com uma publicidade de acordo com os seus interesses. Basta ver como o público reagirá a essas novidades, e quanto tempo levará até que essas novas tecnologias sejam aceitas.

Uma coisa é certa: o mundo da comunicação está em evolução constante. E nós fazemos parte dela.

Aline de Mello

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Matéria LabJor

28/05/2009 · Deixe um comentário

Aqui está minha matéria sobre o Fórum da Liberdade a ser publicada no jornal de laboratório de jornalismo. O LabJor estará disponível em breve na Famecos :D

A liberdade em discussão mais uma vez

Aline de Mello e Mariana Fontoura

Nos dias 6 e 7 de abril Porto Alegre recebeu o 22º Fórum da Liberdade. Organizado pela Instituto de Estudos Empresariais (IEE) reuniu, no Centro de Eventos da PUCRS, estudantes, empresários e profissionais. O tema escolhido para a edição de 2009, ”Cultura da Liberdade ”, contou com a presença de palestrantes de várias nacionalidades.

A palestra de abertura teve a presença de Vicente Fox, ex-presidente do México. Em seu discurso, disse ser contra os longos mandatos. “A alternância de poder é essencial, do contrário, o espírito de transformação do governante pode adormecer”, defende.

Roberto Civita, editor chefe da revista Veja, ao receber o Prêmio Liberdade de Imprensa declarou que a imprensa não deve ser a única a combater a corrupção, e completou: “Olhos e ouvidos não provocam mudanças sozinhos.

O intelectual norte-americano Charles Murray e o membro da Fundação CARE, o brasileiro Bolívar Lamounier, foram os convidados do Painel “Cultura da Liberdade”. Ambos trataram das questões da desigualdade, da miséria, e o costume de buscar uma justificativa no passado, quando a solução está no presente.

No painel, “Liberdade e Protecionismo”, a ex-Ministra das Finanças na Nova Zelândia, Ruth Richardson, o economista Alessandro Teixeira e o fundador do Movimento Libertário na Costa Rica, Otto Guevara Guth, deram o tom do debate. Com a presença de Denis Rosenfield, Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e Alberto Carlos Almeida, escritor e pesquisador, deu-se a terceira rodada de palestras com o tema “Liberdade e Intervencionismo”.

A polêmica deu-se no quarto painel que discutiu a “Liberdade de Etnias”. Frei Davi dos Santos, defendeu que “as cotas étnicas vêm, justamente, para acelerar a integração entre brancos e negros”. Em contrapartida, Demétrio Magnoli, jornalista e o ganes Franklin Cudjoe, disseram que as cotas não são uma forma de inclusão racial, alimentando a discussão.

“A imprensa não existe para ser politicamente correta, nem para agradar a todos”. Foi assim que a editora chefe da revista Exame, Cláudia Vassalo, abriu o painel “Liberdade de Imprensa”. Já Tom Palmer afirmou ser contra as propagandas de órgãos governamentais nos meios de comunicação. Humberto Ávila posicionou-se contra a obrigatoriedade do diploma de jornalista, associando-a a uma forma de censura.

Aline de Mello

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Nos bastidores de uma rádio

28/05/2009 · Deixe um comentário

No dia 21, quinta-feira, tivemos a oportunidade de colocar em prática as aulas teóricas de radiojornalismo. A turma foi dividida em grupos que deveriam produzir um programa de 20 minutos nos estúdios da Radiofam. Nosso grupo apresentou o programa Huya, que trouxe aos ouvintes notícias recentes. Cada componente ficou responsável por um editorial. Nós nos encarregamos das seguintes: Mundo (Aline) e Esportes (Sophia).

Para as notícias não estarem ultrapassadas às 9 horas (horário do nosso programa), pesquisamos e as redigimos na quarta à noite e notícias já estavam sendo transmitidas. A continuação foi tranquila, nos organizamos bem e o volume dos microfones estava semelhante. No meio, fizemos um intervalo musical. Nos últimos minutos do programa, após a editoria de esportes, tivemos que improvisar um bate-papo esportivo. Apesar de não havermos combinado isso antes, funcionou bem.

O programa como um todo foi muito bom. Principalmente se contarmos que foi a primeira experiência da maioria dos participantes. Na aula seguinte de laboratório de jornalismo, ouvimos as gravações e discutimos sobre elas. Os professores Fabian e Pellanda nos deram um feedback do Huya. Foi uma ótima experiência, pois aprendemos na prática os bastidores de uma rádio.

Clique aqui para escutar o Programa Huya

Aline de Mello e Sophia Kath

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Jornal “Lab”

07/05/2009 · Deixe um comentário

Quatro de nossas aulas de laboratório de jornalismo foram dedicadas para a confecção do jornal “Lab”. No primeiro encontro fomos divididos em editorias: opinião, geral, política, polícia, economia, mundo e esportes. Eu fiquei na de esportes com mais cinco colegas. Dividimos as pautas e começamos o trabalho que foi feito em três semanas.

A primeira matéria que eu fiz junto com um colega foi sobre as categorias de base dos times de futebol. Entrevistamos Chico Fraga ( diretor das equipes de base do Internacional) para saber com é o cotidiano e os processos de seleção dos jovens atletas. Na aula seguinte juntamos as informações e fizemos os textos (depois vou postar aqui). Neste encontro redefinimos as pautas, algumas cairam por serem temporais ou por não serem muito interessantes. A editoria terá matérias sobre o hugby no Rio Grande do Sul, a liga de basquete brasileira, as mudanças na fórmula-1, a “nova vida” do Brasil de Pelotas após o acidente, o dia de repórter no Estádio Olímpico e o centenário do Internacional. Esta última, como eu ja tinha feito uma matéria para a cadeira de introdução ao jornalismo, usei as entrevistas e busquei mais informações sobre os eventos que aconteceram e que vão acontecer.

As duas últimas aulas foram uma correria para a maioria das duas editorias que precisavam terminar os textos e escolher as fotos. A revisão dos textos foi feita pelos professores. Depois disso, corrigimos e revisamos os textos para fechar a edição. Agora é só esperar o jornal ficar pronto.

 

Sophia Kath

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Clima de Redação

26/04/2009 · Deixe um comentário

Na última aula de laboratório de jornalismo, pudemos sentir de perto o ritmo da redação de um jornal. No último dia para fechamento das matérias do LabJor, todos os 40 alunos da nossa turma, ou grande parte deles, estavam pelo menos um pouco alterados.

 

E não é pra menos.Transformar um texto, feito com muito amor e carinho, de 4000 e tantos caracteres em um de 1900 não é nada fácil.Principalmente se temos um prazo para entregá-lo.Foi exatamente por isso que eu passei.Eu e a Mariana, minha dupla, nos emocionamos um pouco e escrevemos um pouquinho a mais do que deveríamos ter escrito sobre o Fórum da Liberdade*.Mas não foi só a gente!Todas as 6 pessoas da minha editoria (geral) escreveram mais do que deveriam.Nem vou comentar sobre meu colega que escreveu um texto de 7000 caracteres.Coitado.

 

Eu não pude deixar de pensar que, se fosse na internet, nós não precisaríamos ter um número tão certinho de caracteres e  poderíamos postar quantas fotos a gente quisesse.Claro que não é bem assim.Mesmo que a internet não tenha um limite de espaço, o jornalismo online precisa ter uma linguagem bem direta, e não é legal postar um texto de 7000 caracteres em qualquer situação.

 

Mesmo tendo sido um pouco difícil, nós tivemos várias vantagens que não teríamos se estivéssemos empregados em um jornal maior.Para começar, podíamos escolher a editoria que quiséssemos, o que é bem difícil de acontecer num jornal como a Zero Hora.Se isso não bastasse, nós mesmos fizemos nossa pauta.E a gente não precisou trabalhar até de madrugada, óbvio.

 

Aline de Mello

 

*em breve posto o texto aqui :)

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O Futuro dos Jornais

17/04/2009 · Deixe um comentário

Atualmente, muitas pessoas, principalmente jornalistas, discutem o futuro dos jornais impressos. Com a criação da Web e sua propagação pelo mundo, a troca de informações ficou muito mais rápida. Aos poucos os jornais começaram a se adaptar a essa nova tendência e passaram a publicar suas notícias também na Internet.

 

O fato de o jornal chegar ao seu leitor já com informações ultrapassadas faz com que este perca um pouco da vontade de ler. As matérias publicadas são do dia anterior e a maioria delas já foi transmitida pela Internet, pelo rádio e pela TV. Portanto um grande número de pessoas já comentou e a notícia perde seu valor de novidade. Conforme Ricardo Noblat no livro A arte de fazer um jornal diário “o modelo dos jornais está em xeque”.

 

Algumas pessoas, porém, continuam apegadas ao material impresso, apesar deste já chegar desatualizado aos leitores. A principal justificativa é que muitas pessoas poderiam perder seus empregos se os jornais fossem extintos. O que muita gente não percebe é que o que realmente importa é o conteúdo, independente da maneira como ele é apresentado. Portanto os trabalhos poderiam ser mantidos, pois o que é transmitido no jornal poderia ser feito através de outras mídias como a Internet e o papel digital. Somente quando jornalistas e donos de empresas de comunicação conseguirem perceber este fato conseguirão buscar uma alternativa para essa “crise do jornal”.

 

Sophia Kath

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